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Azul Emergências Médicas: Tempo é vida

AZUL EMERGÊNCIAS MÉDICAS: TEMPO É VIDA
A integração entre as áreas administrativa, operacional e médica garante excelência nos atendimentos e segurança do paciente em home care

Com atuação diferenciada e focada em suprir as necessidades da assistência domiciliar da Vidas Home Care, a Azul Emergências Médicas abrange a Grande São Paulo e cidades do interior, Minas Gerais e Bahia. Ao todo, a empresa que pertence ao Grupo Vidas dispõe de doze ambulâncias próprias dotadas de recursos tecnológicos. Em 2019, foram realizados cerca de 6.750 atendimentos e na primeira quinzena de janeiro deste ano, aproximadamente 300 remoções.

O trabalho na Azul pode ser definido como uma corrida contra o tempo. Por isso, a triagem inicial é primordial e cada caso é analisado com muito critério. Para driblar as diversas situações inesperadas nas ruas, como alagamentos ou manifestações, todos os carros possuem tablet com sistema via GPS e rastreador para facilitar a busca de rotas alternativas para que o atendimento ocorra dentro do prazo esperado e com segurança.

Segundo o gerente administrativo da Azul, Ricardo Perreira, as equipes são treinadas constantemente e capacitadas para os mais complexos atendimentos com o objetivo de oferecer os melhores recursos aos pacientes que utilizam o serviço de atenção domiciliar. “Temos 90 profissionais envolvidos nas operações das remoções e do atendimento pré-hospitalar, entre socorristas, enfermeiros, médicos plantonistas, coordenadora médica, coordenadora operacional e reguladores. Também contamos com empresas parceiras de remoções nos três estados em que atuamos. Faz parte da rotina administrativa do serviço de APH acompanhar os atendimentos executados pelas equipes da ambulância, auxiliar a mesa reguladora nas dificuldades e na logística, sendo a ponte entre operação e APH, além de apoiar as equipes médica e de enfermagem nas resoluções dos problemas do dia a dia”.

Desde julho de 2018, a médica Goldineir Nascimento lidera a Central de Emergência Médicas da Azul e destaca que o papel do médico no serviço de APH é definir os recursos humanos (equipe Avançada constituída por médico, enfermeiro e socorrista e SIV - enfermeiro e socorrista) a serem disparados mediante a necessidade de cada paciente. “O setor ainda participa de discussões de casos clínicos com médicos visitadores e intervencionistas para melhor tratativa para o paciente em questão. Nosso diferencial é atuar prontamente e ter a sensibilidade de avaliar o paciente à distância levando em consideração informações adquiridas com os familiares e profissionais home care que se encontram em domicílio”, frisa a médica coordenadora.

A enfermeira emergencista e especialista em administração hospitalar Alyne Azevedo Barros está no Grupo Vidas desde 2016 e no início de 2017 aceitou o desafio de ser coordenadora operacional da Azul Emergências Médicas. “O destaque do serviço de APH da Azul é a equipe. Nosso turnover é baixo comparado a outras empresas de ambulância do mercado, isso facilita o treinamento nos moldes que precisamos dentro da nossa vivência de home care. Os profissionais conhecem todo suporte que temos a oferecer, e desse modo, o processo se torna mais fácil e assertivo. Nossos enfermeiros realizam procedimentos que não são comuns a outras empresas de ambulância, envolvemos a equipe em treinamentos distintos e conseguimos ganhar notoriedade com uma equipe qualificada em diversos atendimentos clínicos, não focado única e exclusivamente no que rege um atendimento de Urgência/Emergência, como é a realidade da maioria das empresas. Avaliamos o paciente na íntegra e não medimos esforços para mantê-lo seguro e confortável em seu lar.”

Os três gestores são unânimes ao afirmar que a relação entre a gestão administrativa, operacional e médica é de apoio mútuo e a parceria é fundamental para que o atendimento seja bem-sucedido e os recursos cheguem com excelência até o paciente. “Muitas vezes, o administrativo acha soluções para problemas que nós como técnicos da área não conseguimos encontrar por estarmos focados na intercorrência clínica, nos faz pensar ‘fora da caixa’ e nos faz enxergar a questão com outra visão. Todas as ações são realizadas em comum acordo com o médico do APH, discutimos e avaliamos os casos e em conjunto, sempre em busca da melhoria contínua”, resume Alyne.
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